Índia – o que saber antes de viajar
Dicas para planejar sua viagem



 

Viajar para a Índia é refletir muito sobre a vida, costumes e cultura. São bilhões de pessoas, são diversas as religiões e tradições espirituais. Na verdade são diversos deuses e o temor por eles é grande. Respeitar é algo mínimo que temos que fazer como viajantes.

Não podemos ver com os olhos da nossa realidade e tentar ”julgar” ou querer corrigir algo de acordo com o que nos foi ensinado. Esteja aberto a uma rica viagem de muitos choques culturais na Índia!

Vivenciamos essa experiência viajando 4 messes pela Índia, agora compartilhamos com você, para chegar na Índia sabendo o que vem pela frente. Na sequência você terá os príncipais tópicos sobre a Índia, um resumo seguido de posts mais específicos. Boralá!


Porque a Índia?

Nossa viagem para a Índia aconteceu de uma maneira muito inesperada. A Clau recebeu uma proposta para estagiar no país, mais especificamente em Nova Delhi, na área de Saúde Pública Mundial durante um período de três meses, e ela topou!

Como a fama do país não é de muita segurança para as mulheres, conversei com meu chefe sobre a possibilidade de viajar com ela e manter meu trabalho a distância, on-line.

Pelo fato de ser uma startup, na verdade um site, a única coisa que eu precisava era uma boa conexão de internet. Consegui o aval para trabalhar de outro país, já a boa conexão de internet, não foi lá uma das coisas mais fáceis de encontrar. rs.

Foram 3 meses muito intensos, viajando todos os finais de semana e aproveitando o máximo desse país que tem MUITO a oferecer aos turistas.

A experiência é quase que inenarrável, só estando lá para entender de fato a discrepância e os contrastes do povo, da cultura, da religião, entre outras inúmeras coisas. Outro mundo.

A única certeza é que, todo mundo, inclusive a gente, uma vez na Índia, jamais seremos os mesmos de antes. Como dizem por lá, Increadible India! 

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Planejando viagem para a Índia

 

Superlativos

População

Com 1.2 bilhões de habitantes, a Índia é o segundo país mais populoso do mundo, 40 milhoões de pessoas ”apenas” atrás da China. É muita gente! Nos damos conta disso quando percebemos que em Uttar Pradesh, estado do tamanho da Bahia tem a população maior que a do Brasil, com 250 milhões de pessoas.

Em Varanasi um taxista me disse que a cidade é pequena com seus 3 milhões de habitantes. Vai vendo…

Idioma

População essa que fala mais de 400 idiomas e dialetos diferentes, sendo apenas 23 deles tidos como oficiais. Dentre essas 400 línguas está o nosso conhecido português. Tem muita história guardada nesse país.

O idioma mais falado na Índia é o Hindi, mas eles tem diversas variações também. Com o inglês nos viramos por todo o país. Fora das grandes cidades, o inglês é mais escasso, mas ainda tem que fale.

Religião

Muita gente acredita que o Hindu é única religião do país, mas não é só na língua que o país se destaca em diversidade. Por todo o território indiano são muitas religiões espalhadas.

O Hinduísmo representa cerca de 80% da religião adotada na localidade, mas os 20% restantes abrigam mais de 250 milhões de pessoas, ou seja, uma espaço significativo para o cultuamento de diferentes crenças.

Seguido do Hindu, o Islã é a segunda maior religião da Índia. Fora essas duas, temos os Sikhismo (galera de turbante), Budismo e o Cristianismo que, assim como a língua, a religião católica foi introduzida pelos portugueses na época das grandes navegações.

Não tem como citar as religiões da Índia sem falar nos inúmeros e diversificados templos espalhados por todo o país. Templos de todos os tamanhos, cores e crenças.

Durante o tempo que passamos no país visitamos templos dos macacos, dos urubus, e até mesmo um templo dos ratos (sim, há templos de adoração aos ratos!), além dos templos Budistas, hare krishnas, Sikistas e Mesquitas.

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Taj Mahal – crédito: Lucas CN

Segurança

Antes de embarcarmos para a Índia, fomos muito questionados com frases do tipo “Índia? O que vocês vão fazer na Índia?” ou “Vocês não tem medo de ficarem doentes, de serem assaltados?”, dentre outras coisas.

E isso talvez tenha até sido bom, pois chegamos preparados para o pior, mas acabamos sendo surpreendidos ao máximo. E podemos afirmar que as expectativas foram superadas facilmente por todos os lados da Índia.

Aos que acreditam que a Índia é um país inseguro, enganam-se muito. Em território indiano nos sentimos muito mais seguros que em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro. Não existem assaltos, não existem roubos, muito menos sequestros relâmpagos.

”Cultura do estupro”

Esse é um ponto triste e chato da Índia. O país vem combatendo e avançando muito sobre esse ponto, como vagões só para mulhers em Nova Delhi, mas ainda são muitas as mulheres violentadas no país, principalmente no campo e subúrbios.

Realmente não é o melhor lugar para mulheres andarem sozinhas. Elas tem que tomar outros cuidados específicos como jamais caminhar sozinha depois que escurecer, sempre estar em ruas mais movimentadas e se possível, carregar um spray de pimenta.

Isso se for sozinha e realmente ficar sozinha durante a viagem, se conhecer algum outro ou outra viajante, seria muito bom e seguro andar entre outros turistas, além de fazer novas amizades.

Vestes para as mulheres

Como dito anteriormente, os custumes são bem diferentes do Brasil. O mais importante em uma viagem para a Índia é respeitar as tradições locais, por mais contra que você seja. Pode valer sua segurança.

Mulhers não usam shorts ou saia, por mais calor que esteja. é considerado ofensivo. Na verdade nem os homens usam shorts. Mulheres solteira ainda vestem jeans, mas além da calça, elas usam a ”curta”, uma especie de vestido/bata, de tecido mais leve que cobrirá do ombro a bunda.

Os ombros também devem estar sempre cobertos e dependendo do lugar, até a cabeça. Já a barriga de fora tudo bem.

É preciso tanto? Aí vai de você. A Clau por estar estagiando no país, ela quiz realmente mergulhar nos costumes indianos e usava sempre uma curta e um cachecol, outro artigo muito usado pelas mulheres na Índia.

E por trás de tudo isso, cores, muitas cores, cores vivas enchem o pais de vida, principalmente nas vestes feminias. Então aquele shortinho curto, mesmo que vá até os joelhos, e saias não são recomendado, por respeitar um país ainda conversador e pela seguraça.

vestes mulheres
Típicas mulheres indianas – crédito: Lucas CN

As castas indiana

Mesmo abolida na década de 50, as castas indianas estão visíveis no cotidiano do país. São círculos sociais que impedem pessoas de crescerem, não deixam o vendedor ter seu próprio bazar um dia por exemplo.

O nome de família, região, religião, ton da cor da pele, educação, são vários os quistos que fazem a hierarquia das castas.

Fura filas

É muito visível principalmente em aeroportos, quando pessoas que aparentemente são mais educadas, por estarem mais bem vestidas, cortam a frente de pessoas mais humildes sem dar a mínima satisfação, pois eles ”tem” mais direito que a casta mais baixa. Aconteceu muito com a gente de ter a frente cortada, alías, o tempo todo.

Gastronomia

Algo muito marcante na Índia, é certamente sua gastronomia. Nós a definiríamos como apimentada, e não como curry. Uma explosão de sabores, simplesmente fantástica!

O curry realmente é a base para muitas receitas, porém não é o corante que conhecemos no Brasil. O curry masala é a mistura de vários ingredientes, raizes, etc…

O correto é dizer que sempre terá muita coisa na mistura dando o sabor único. Aliás verá muito a palavra masala, que significa mistura para eles. Então, onde tiver masala, tem bastante ingredente enriquecendo o sabor.

Em um país com a dimensão da Índia, é claro que muita coisa muda de um lugar para o outro, diversidade de receitas, infinitos temperos, mas em geral muito saborosa.

Dos peixes e camarões que comemos no sul, em Kerala, aos cordeiros ”ensopado” no norte, em Kashmir, tudo com muito sabor. As comidas vegetarianas e veganas são uma outra forte opção na Índia.

Mas a melhor refeição, a mais saborosa  que comemos foi mesmo uma comida caseira. Feita pela mãe do o Ali, um de nossos amigos que fizemos por lá. Eles nos convidaram para uma jantar e basicamente serviram uma banquete delicioso para nós.

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Comida caseira – crédito: Claudia B.
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Street food – crédito: Lucas CN

Higiene e limpeza

Questões relacionadas a limpeza e higiene são coisas que não há como não falar. Os padrões de limpeza da Índia estão longe dos padrões brasileiro.

É possível comer na rua sem ficar doente ou passar mal, mas é arriscado. Eu comi agumas vezes e nem uma dor de barriga me pegou. Em contrapartida, alguns restaurantes a cozinha, sem exagero, era mais suja que uma borracharia.

Se for comer na rua, opite por quaquer coisa frita, no óleo bem quente. Por mais sujo que tudo seja ao arredor, é difícil alguma coisa suportar o calor. E como são muitos comendo o tempo todo, as chances de serem frescos pode ser maior que restaurantes.

É muito comum ver lixões a céu aberto, vacas comento no lixo, pessoas lá morando, esgoto a céu aberto, enfim, no geral é sujo. Só esteja preparado.

Atravessar a rua

Antes de falar dos meios de trasnporte, gostaria de citar só como foi difícil nos primeiros dias atravessar a rua na Índia. São litaralmente infinitos carros que não param jamais, pelo contrário, só buzinam.

Mas aos poucos notamos que na verdade é muito fácil, perigoso, mas fácil. Basta erguer a mão e sair andando para o outro lado da rua. Parece assustador, mas funciona. Não corra, não pare e não volte, siga enfrete com a mão como se estivesse chamando o ônibus.

Coisas assim são detalhes importantes que aprendemos no dia a dia observando como eles fazem, a maneira que eles vivem e convivem.

Roteiro

Fizemos grandes amigos na Índia. Amigos hindus, muçulmanos e budistas, que encontramos nos dois anos que visitamos o páis.

Ali é um amigo que conhecemos em nossos primeiros dias e faço muita questão de citar, pois o primo dele, também nosso amigo, o Zahid, possuem uma agência de viagem em Delhi e em Srinagar na Caxemira, de onde são.

Foram eles os responsáveis em fazer dessa viagem uma das mais incríveis experiências de nossas vidas. Recomendamos a todos que quiserem visitar a Índia, com bom preço e o principal, com segurança.

Com a ajuda desses caras visitamos a Índia de cabo a rabo e hoje temos muitas histórias para contar desse país.

 

Destinos visitados na Índia

 

  • Nova Delhi – Capital
  • Agra –  Uttar Pradesh
  • Varanasi – Uttar Pradesh
  • Lucknow – Uttar Pradesh
  • Hardoi Uttar Pradesh
  • Srinagar – Caxemira
  • Amritsar Pumjab
  • Jaipur – Rajastão
  • Bikaner – Rajastão
  • Jaisamer – Rajastão
  • Ajmer – Rajastão
  • Pushkar – Rajastão
  • Jodpur – Rajastão
  • Udaipur – Rajastão
  • Haridwar – Uttarakhand
  • Rishikesh – Uttarakhand
  • Aurangabad – Maharashtra
  • Mumbai / Bombai Maharashtra
  • Koshi – Kerala
  • Allapuzad – Kerala
  • Munnar – Kerala
  • Raipur – Chhattisgarh

Transporte

Dica

Compre sempre a primeira classe, a mais cara. Ainda mais por se tratar de conforto em um trem da Índia. Não economize nessa hora, pois pode sair mais caro no saldo final da viagem.

Trem

Quando se fala em viagem pela Índia, o trem é o primeiro meio de transporte que vem em mente. De trem é possível ver a Índia de perto, em cores e cheiros. São viagens longas, mas muito mais baratas se comparadas a serviços turísticos.

Construída na época da colonização Inglesa, a malha ferroviária corta toda a Índia. Ela é muito usada pelo rico e pelo pobre em diferentes classes. É uma maneira genial de ver pela janela a Índia como ela é.

Nós usamos trem de Nova Delhi para Amritsar (Golden Templo) no norte da Índia. Foram 5 horas, primeira calsse de um trem rápido. Tudo foi perfeito, ar condicionado e tudo mais, apenas o banheiro que era terrivel, por esse motivo, não comemos nada que foi servido no trem, por precação.

Avião

As passagens de avião são mais caras, mas se compradas com antecedência você pode conseguir ótimos preços. Um bom exemplo disso foi comprar com 2 meses de antecedência as passagens de Nova Delhi para kathmandu no Nepal por $40 dólares.

Indigo foi a companhia aérea que mais usamos e a primeira que procurávamos para voar. Nova, com novas aeronaves, limpa e a única que cumpre com os horários, que na Índia isso é pior que no Brasil.

Viajamos também para o sul e centro do país de avião. Trêm é seguro, carro é personalizado, mas avião é sempre mais rápido.

Motorista particular

Serviços turísticos com motorista particular funcionam e muito bem na Índia e o melhor, com segurança (fora estradas). São geralmente motoristas treinados, acostumados com os turistas e na maioria das vezes falam inglês.

Dica

Caso tenha pouco tempo e um pouco mais para investir nesse tipo de transporte, aconselhamos o motorista particular. 

Nós usamos bastante esse tipo de serviço, pois pudemos manejar nossos horários com o tempo curto que tínhamos. Planejavamos uma semana antes, falavamos com Zahid, que enviava o carro para nos pegar na porta de casa e nos levar até a próxima parada.

Caso tenha pouco tempo e um pouco mais para investir nesse tipo de transporte, aconselhamos. Não é muito caro, mas não se compara com o trem, por exemplo.

Para explorar o território indiano existem maneiras seguras, rápidas ou baratas. O importante é ser conveniente no seu modelo de viagem.

Ônibus

Ônibus e o único meio de trasporte que não recomendamos na Índia. Amigo nosso teve esse desprazer, e analisando os ônibus que a gente vê pelas ruas e estradas assustam. Seguramente será uma lembrança não muito agradavél.

Vale saber

As estradas e o transito em geral na Índia são bem confusos e perigosos, sem lei. Carros na contra mão, nas ruas e estradas é um exemplo disso.

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Ônibus intermunicipal – crédito: Lucas CN

Onde ficar

Mais que em qual hotel ficar, é saber em qual região você vai ficar. Nova Delhi, assim como Mumbai, são as duas principais entradas da Índia, e mesmo os bairros mais ricos da cidades, ainda que seguro, eles te darão um choque assim que você chegar.

Em Delhi nós ficamos no bairoo Saket, alugamos um apartamento de uma senhora, região muito bom, considerada rica, muito segura, mercadinhos, shopping e metro.

Em cidade menores, SEMPRE pesquise no Trip Advisor e veja os comentários dos viajantes. Mas LEIA, não vá por estrelas, pois 5 estrelas para o turista local, é diferente da sua. Os indianos viajam muitos dentro do país e comentam com um olhar diferente do nosso.


Veja mais

 hospedagem em Nova Delhi

 hospedagem em Mumbai

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Planejamento 

Uma boa maneira para planejar seus gastos de viagem é usando o site Make my Trip. Ele tem toda a operação turística da Índia com valores de passagens, hoteis e entrada em atrativos turístico.

Mas saiba, pois a burocracia é grande, pelo menos quando estávamos lá em relação a cartão de crédito internacional. Quase impossível comprar, é mais para ajudar no planejamento da viagem mesmo.

Vacina

Para entrar na Índia você precisará de uma única vacina, a vacina contra a febre amarela. No Brasil a vacina é oferecida gratuitamente pelo Ministério da Saúde. Outras vacinas não são obrigatórias, porém é recomendado, tais como: Tétano, hepatite A e raiva.

Mas além da vacina de febre amarela, você precisa retirar o certificado internacional de vacinação internacional ANVISA. Esse documento deverá ser apresentado junto com o visto.

Visto

Assim como para a grande maioria dos países, os brasileiros precisam de um visto autorizando a entrar na Índia.

O visto pode ser tirado pela internet direto do site do governo da Índia, o e-Visa, o que facilita e muito. O visto eletrônico tem validade de 30 dias no valor de 69 dólares (2017). Com tudo finalizado, pague a taxa e depois receberá o ETA (Autorização Eletrônica de Viagem).

Caso queira ou precise ficar mais de um mês, você pode ir pelo clássico método de ir até a embaixada da Índia com toda a papelada e dar entrada. Mas não se preocupe, fica pronto no dia. Experiência própria!

Moeda

A moeda de circulação na Índa é a Rúpia indiana. 100 rúpias são cerca de 5 reais. Com 100 rúpias você compra um cartão do metro e mais 100 rúpidas no mínimo para a primeira carga do cartão.

Uma corrida de Tuk-tuk rápida (as motinhos taxi que existe aos milões), menos 5 de minutos pode custar 20 rúpias. Uma corrida mais longa 15, 20 minutos, pode sair por 60 a 80 rúpias (hora de pechinchar). Se for mais de meia hora, verifique a opção do metro.

Pra comer, você gastará de 150 até 700 rúpias. Um restaurante mais turístico ou mais elitizado, pode chegar a 2500 mil rúpias para duas pessoas.

Pechincha

Dica

Pechinche

Você TEM que pechincar e ponto final. Mercado de artesanato, feiras de rua, tuk-tuk, taxi, hotel, comida de rua, e principalmente nos bazares, PECHINCHE. Na verdade os indianos já esperam que você o comprador faça, mesmo o local. Mas é claro, você como turista, comece com 50% do que ele falar.

No segundo mês de Índia eu já estava craque, já tinha ensaiado minha fala (que era muito convincente na verdade), e sempre quebrava eles com uma calculadora na mão (eles adoram mostrar números em calculadoras durante a venda, contas que só eles entendem).

Quando ir

A melhor época para visitar a Índia é de outubro até março, durante o inverno, falando do geral da Índia, o país tem um clima mais tropical e árido. Caso queria visitar o Himalaia, o mais recomendado é durante o verão, de maio até setembro.

O verão deveria ser evitado pois é muito quente podendo atingir os 50 graus. A maiória dos festivais também ocorren durante o inverno. Já os mêses de junho e ulho deveria ser evitado pelas monsões, que indundam tudo levando junto o lixo espalhado pelas ruas.

Índia e seu povo

A Índia não está mal economicamente, mas a população está longe de ser tratada com o devido respeito. A discrepância das diferenças sociais entre a população indiana ainda é maior que no Brasil.

Mas se fôssemos resumir a Índia em apenas uma palavra, certamente ela seria CORES, a Índia e as suas cores. 

Até mesmo no deserto, a Índia é colorida. Nas roupas, nos temperos, nos olhos e na alma das pessoas, por mais empoeirada e suja que possa ser. Essa foi nossa impressão quando chegamos, que foi se acentuando cada vez mais com o passar do tempo.

Eles são todos muito amigaveis e adoram turistas, principalmente tirar self. Uma vez lá vão entender o que estou falando. O ápice da experiência foi um casamento indiano que participamos como convidados VIPs.

A impressão final que tivemos do povo indiano foi extraordinária! Por tudo isso que pudemos vivenciar nesse país tão intenso que podemos dizer que nossa viagem para a Índia foi, numa palavra: Incrível!

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Artesão em Jeisamer – crédito: Turistas

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Turismólogo de profissão, Lucas é o faz de tudo no Boralá (inclusive escrever em 3ª pessoa, rs), desde montar o site, otimizar os texto, tratar cada foto, mídia social etc... Lucas se diverte criando, escrevendo e claro, viajando.

Deixe sua crítica, comentário e mais DICAS se tiver. BORALÁ!!